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Quase Outono ~ livros e achismos

O Pequeno Príncipe, 2015 (Le Petit Prince, 1943)
ISBN-13: 9788579308727 - ISBN-10: 8579308720
Páginas: 93
Editora Universo dos Livros
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Sinopse: “Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal.”

Hey pessoas! Voltando com os posts, esse um pouquinho atrasado, -por motivos de: meu blog não estava logando de jeito algum e minha câmera após uma queda drástica, está quebrada, farei um post sobre depois- e dando início ao Clube do Livro com uma história muito recomendada mas que nunca tinha lido, O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.
No começo eu não sabia muito bem o que esperar, e mesmo após terminar continuo não sabendo. Confuso, não? Deve ser por achar toda a história, do piloto que se encontra no meio do nada e perto de um pequeno príncipe, triste.
As poucas páginas me apresentaram uma leitura rápida e cheia de metáforas, onde um homem, frustrado com os mais velhos e como eles não conseguiam compreender ou enxergar o que ele enxergava, acaba isolado no deserto do Saara, após uma pane em seu avião, e sozinho. Bem, sozinho até um certa criança encontrá-lo.
O Pequeno Príncipe, que aparece do nada, vindo de outro planeta, com sua inocência e frases marcantes, nos mostra problemas e sentimentos reais de uma forma profunda e bem ilustrada.

“— Sabe... quando estamos muito tristes, gostamos de ver o pôr do sol...
— No dia em que o viu quarenta e quatro vezes, você estava assim tão triste?
Mas o pequeno príncipe não respondeu.”
pág 26

A história e personagens me cativaram  muito, e o final não tão esperado me deixou com vontade de querer ler mais, ei, esse não pode ser o fim!.
Não tenho muito o que falar, já que todos conhecem ou já ouviram falar, apenas que O Pequeno Príncipe, faz jus ao hype que perdura por anos e anos.
Acho que, todas as pessoas deveriam conhecer essa história, que nos mostra o quão frágil, dependente, e até fútil somos, e que o que realmente precisamos, não encontramos, pois é preciso procurar com o coração.

“Só se vê direito com o coração. O essencial não fica visível aos olhos.”
pág 71
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Hey pessoas! Eu e mais alguns blogs estamos participando do Clube do Livro, criadoVaneza Nunes, do blog Garota do 330, que irá durar todo o ano. Cada mês um livro será escolhido de acordo com o tema, e no final terá a resenha da leitura.
O projeto, além das indicações de livros, também tem o objetivo de divulgar blogs e canais literários, conheça os participantes:

E bora ler! 📖
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“Eles respeitavam a opinião um do outro, felizes de ter um companheiro onde não esperavam encontrar nenhum.”
página 17

O Segredo de Brokeback Mountain - Annie Proulx
(Brokeback Mountain, 1997)
ISBN-13: 9788598078083 - ISBN-10: 8598078085
Ano: 2006 Páginas: 72 Editora: Intrínseca
Adicione ao Skoob - Compre na Amazon

Sinopse: “Annie Proulx escreveu um dos contos mais originais e inteligentes da literatura contemporânea, e, para muitos leitores e críticos, O Segredo de Brokeback Mountain é sua obra-prima. Ennis del Mar e Jack Twist, dois peões de fazenda, se encontram num verão quando estão trabalhando como ovelheiro e coordenador num pasto acima da alameda. A princípio, dividindo uma barraca isolada, a atração é natural, inevitável, mas algo mais profundo os arrebata naquele verão. Ambos dão duro, se casam e têm filhos, porque é isso que os vaqueiros fazem. Mas, ao longo de muitos anos e de frequentes separações, essa relação se torna a coisa mais importante de suas vidas, e eles fazem tudo que podem para preservá-la. Numa linguagem deslumbrante que nos fica na cabeça, Proulx conta a difícil e perigosa relação entre dois vaqueiros, que sobrevive a tudo, menos à intolerância violenta do mundo.”

Hey pessoas! Continuando o Desafio Literário, riscando mais um livro da lista, bora conhecer uma das minhas histórias favoritas:

O Segredo de Brokeback Mountain tem início em 1963, Wyoming, quando a vida de dois homens, criados em pequenas fazendas, lados opostos do estado, se cruzam: Jack Twist em Lightning Flat, fronteira de Montana, e Ennis del Mar em Sage, fronteira de Utah. Ambos se veem trabalhando juntos após se inscreverem numa agência de empregos, um como ovelheiro, e outro como coordenador de pasto, durante o verão, na montanha Brokeback.
Dia vai noite vem, os rapazes acabam ficando juntos, e o que parecia algo de momento, para eles perduraria por um bom tempo.
E mesmo depois de se reencontrarem, após quatro anos, com Ennis já casado com Alma, e tendo duas filhas, e Jack com uma esposa no Texas, Lureen, parecia que nenhum dia havia passado desde os acontecimentos na montanha. Era nítido o quão grande era a saudade e paixão. Logo os dois começaram a se ver.

“— Naquele verão — disse Ennis. — Quando nos separamos depois que nos pagaram, tive umas cólicas tão fortes que parei no acostamento e tentei vomitar, achei que tinha comido alguma coisa estragada naquele lugar em Dubois. Levei mais ou menos um ano para entender que não devia ter perdido você de vista. Aí já era tarde demais.”
página 34

Jack e Ennis se uniam de vez em quando, poucas vezes em doze meses, raramente ao longo de quase vinte anos. A relação de ambos era triste e perigosa, já que naquela época, como lembra Ennis, homens eram mortos por estarem juntos.

“Jack, não quero ser como esses caras que às vezes a gente vê por aí. E não quero morrer. Tinha aqueles dois velhos que moravam juntos lá na minha terra, Earl e Rich. Papai fazia um comentário quando via os dois. Eles eram uma piada apesar de serem velhos bem durões. Eu tinha uns nove anos quando encontraram Earl morto numa vala.”
página 37

Enquanto Ennis não queria de jeito algum assumir uma relação assim, já que para ele isso acabaria em tragédia, Jack sonhava com isso, uma pequena fazenda para os dois viverem, sem pessoas que os impedissem de estarem juntos, como esposas e filhos.


O livro foi publicado pela editora Intrínseca, em capa dura, a capa do filme. E não tem rodeios na hora de nos mostrar a relação de Ennis e Jack, e como não tiveram a chance de viverem juntos, fazendo com que sofressem anos e anos por isso.
Eu amei o conto, mesmo com seu final inesperado, e a minha pequena frustração está nisso: a história ser um conto. Queria ler mais sobre a vida dos dois, conhecer pontos de vista de Alma, Lureen, e todos os outros personagens secundários. E não vou esconder que me dei melhor com o filme de 2005, me senti próxima dos personagens (e a história foi dirigida pelo incrível Ang Lee, como não amar?), e foi muito fiel ao livro, então não deixem de assistir. Tem Heath Ledger, como Ennis del Mar e Jake Gyllenhaal, como Jack Twist, e uma trilha sonora maravilhosa.
Se curtem um romance/drama/histórias que deixam um vazio no final e que nos deixam desolados, esse livro é uma boa escolha.

Sobre a autora: “Edna Annie Proulx (Norwich, Connecticut, 22 de agosto de 1935) é uma escritora e jornalista norte-americana, de origem franco-canadense. Ganhadora do prêmio Pulitzer, de um Nacional Book Award, do Internacional Fiction Prize do Irish Times, de dois prêmios O. Henry, mora em Wyoming e na Terra Nova.”

Prometi a mim mesma que sairia post hoje, antes da 23:59, parece que consegui, haha
E já estou preparando um post com as músicas do filme 💙
Até o próximo post (amanhã com indicações de filmes pra lá de bons) 📖
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Hey gente! A quinta semana do projeto literário deste mês é sobre dois temas: manias e hábitos e gênero favorito.
Devo dizer que minhas manias são totalmente involuntárias, não é que eu queira ler sempre a última página do livro antes de começar a ler, mas isso acontece.
Quando faço parece que me vem uma vontade maior de ler o livro para saber o porquê de tal final. Como se fosse um empurrão para o ler. Parece loucura mas funciona para mim, as vezes bem mais do que spoilers sinopses para saber o enredo da história.
Outra mania é sempre terminar um capítulo antes de fazer qualquer outra coisa.
"Agatha vem lavar a louça!" "Espera eu terminar esse capítulo." Bem isso. E não importa se o capítulo tem 10 ou 20 páginas. Se paro antes do final de algum capítulo, eu sinto que tenho que o ler novamente.
A última é hiper esquisita, tipo, eu termino uma página e a viro daí volto para me certificar que é a página certa. Sempre olho o número da página -38, 39 ok, de novo, 38, 39- e isso começou depois que pulei umas duas páginas porque as folhas eram bem grudadas e só dei conta depois. Triste, não é?
Hábitos eu tenho poucos, como precisar de silêncio para ler e ter uma posição para que nenhuma parte do meu corpo fique doendo, ler mais a noite do que de manhã e esquecer de dormir para descobrir o que tal personagem esconde são coisas frequentes.

Falar sobre meus gênero favorito é difícil pois sempre estou lendo um novo. Antes eu me distanciava de biografias mas tenho algumas na minha lista. Não é que eu queira saber a comida preferida de tal ator, mas seu ponto de vista sobre a vida e pessoas e mundo.
Suspense é meu amorzinho, gosto de romances com pouco teor de açúcar e corro de autoajuda. Sim, como gato corre da água.
Mas Agatha, por quê?
Eu tenho uma boa explicação: meus problemas não são iguais aos de ninguém. É como se eles quisessem adivinhar e resolver ou dar uma resposta para um problema que, para mim, possa não ter tanta importância, os assuntos são de uma perspectiva -um pouco- egocêntrica, definir valores, estabelecer metas, são coisas bem previsíveis.
Distopia é algo que não estou acostumada a ler, depende muito da sinopse, sobre o que se trata e se me interessa. Um exemplo é eu não ter nenhuma vontade em ler Jogos Vorazes mas querer ler Maze Runner, vê? Depende muito do humor, autor, história... 
Bem, livros que me façam dar boas risadas, acompanhados de finais felizes (ou não, porque gosto de sofrer), fazem o meu dia!



E vocês, tem manias/hábitos e um gênero favorito? Comenta ai!
http://www.quaseoutono.com/search/label/projeto%20liter%C3%A1rio
 Vem visitar os blogs participantes:
My LIttle Garden Of Ideas - Aroma de Livros - Reino da Loucura - Biblioteca Desajeitada - Café Com Aroma de Livros - Fórmula do Amor - Eu Insisto - Fonte da Leitura - Maravilhosas Descobertas - Livrologias - Um Sofá a Lareira - Myself Here - Estórias e Café - Literalmente Livros 
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Título: Garotas de Vidro
Autor: Laurie Halse Anderson
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012 Páginas: 272. 
Sinopse: Lia está doente e sua obsessão pela magreza a deixa cada vez mais confusa entre a realidade e a mentira. Mas ela perde totalmente o controle quando recebe a notícia de que sua melhor amiga, Cassie, morreu sozinha em um quarto de motel. E o pior: Cassie ligou para Lia 33 vezes antes de morrer. O que começou como uma aposta entre duas amigas para ver quem ficaria mais magra tornou-se o maior pesadelo de duas adolescentes reféns de seus próprios corpos. Garotas de Vidro é uma história intoxicante sobre a autorrepugnância e a busca pela identidade. Neste livro, Laure Halse anderson aborda de modo realista a dolorosa condição de jovens que sofrem de transtornos alimentares e sua complicada relação com o espelho e consigo mesmos.
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Olá gente, como estão? 
A quarta atividade de abril do projeto literário é para contar uma relação de amor que tive com um livro e com seu autor, então resolvi escrever sobre um livro que mudou a minha forma de entender algumas coisas: A Cabana de William Paul Young.
Sinopse: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre.
O livro, que foi lançado em 2008 e chegou em minhas mãos dois anos depois, não foi escrito para ser publicado. A história era um presente para amigos no natal de 2005.
O autor a escreveu em um momento em que ele precisava de consolo. E após 26 editoras -sim, 26- recusarem, o livro foi publicado por uma editora pequena com um orçamento de 300 dólares em divulgação.
Muitos dos questionamentos levantados no livro e muito do que Young escreveu veio da sua própria vida, é sobre momentos em que se sentiu perdido e não conseguia superá-los de forma alguma.

Apesar da polêmica que o livro gerou, pois fala de Deus, Jesus e Espiríto Santo de uma maneira não convencional, eu gostei bastante, é uma leitura agradável, com diálogos verossímeis e comovente.
Uma das coisas que me faz amar a história é não falar sobre religião, porque Deus está acima delas. E concordo com o autor, em uma entrevista que ele deu, dizendo que, sim, a religião divide as pessoas.
Eu não sigo uma religião, mas isso não significa, de modo algum, que não acredito em Deus... mas isso é papo para outro post.

A história gira em torno das perguntas como "Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?" e "Por que Deus permite que coisas ruins acontecem?".
E quando a grande tristeza atinge o protagonista ele as encontra: Quem decide por nossas escolhas somos nós. Quem decide fazer o certo, ou errado, somos nós.
Um assassino desmoronou sua família, mas isso, em nenhum momento, foi culpa de Deus e sim do cara que não fez boas escolhas.
Ouvi e li muitas críticas negativas sobre essa história, e todas sem muito argumento, sabe? Do tipo "eu odiei", e isso se deve ao fato do autor ter uma visão diferente dos dogmas cristãs.
As pessoas
esquecem que é uma obra de ficção, e querem levar tudo ao pé da letra ou criticar cada parágrafo da história. Nem tudo pode ser levado como uma verdade absoluta. Esquecem, também, que a mensagem que Young nos traz é super válida: Perdoar. E entendi o por que disso ser tão importante na vida de alguém. Entendi pois é importante na minha vida. 
Quando você perdoa alguém, você acaba liberando algo que poderia te destruir.
Perdoar não é fácil, nunca é, mas quando você não perdoa, você não é perdoado. Entende?
Quando você perdoa, a mágoa, a raiva, o ressentimento e a vontade de
esganar a pessoa não fazem mais parte da tua vida. E você perdoa, não por ser algo que a pessoa mereça, mas porque você não precisa ter um coração contaminado por esses sentimentos. Lembrando que perdoar não é esquecer ou criar um relacionamento com tal pessoa.
E aprender isso, fez uma grande diferença na minha vida.
Esse vídeo fala um pouco do modo como eu encaro o perdão.
Se quiser ler A Cabana, esqueça um pouco sobre religião, pois o livro não se trata disso. Não é sobre isso. E se já leu, me conta o que achou, vou gostar muito de saber!

http://www.quaseoutono.com/search/label/projeto%20liter%C3%A1rio
Muito obrigada pela visita e não esqueçam de visitar os blogs participantes: My LIttle Garden Of Ideas - Aroma de Livros - Reino da Loucura - Biblioteca Desajeitada - Café Com Aroma de Livros - Fórmula do Amor - Eu Insisto - Fonte da Leitura - Maravilhosas Descobertas - Livrologias - Um Sofá a Lareira - Myself Here - Estórias e Café - Literalmente Livros  

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Hey gente!
A terceira atividade do projeto literário é algo que eu sempre quis fazer e falar sobre: Livro x Filme. Porque não tem nada melhor do que falar daquele livro incrível (ou não) que foi adaptado para as telonas.
Para mim era muito difícil acostumar, e gostar, da adaptação de um livro. E isso sempre acontecia, sempre. Pois existe a diferença, o enredo, a trilha sonora e a escolha dos atores (que nem sempre combina com os personagens).
Eu me apaixonava pelo livro e, na maioria das vezes, me decepcionava com o filme.
Uma estratégia que venho fazendo é assistir ao filme primeiro, para depois ler o livro. A história se encaixa melhor pois a expectativa não é tão grande sobre o que vai ou não acontecer, e mais: a decepção é menor. Não é preciso imaginar como são os personagens, eles já existem. 
E o livro escolhido é do autor Nicholas Sparks: Querido John. 





Sinopse:  "Querido John”, dizia a carta que partiu um coração e transformou duas vidas para sempre.
Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar. 

Atenção: Spoilers pelo caminho.    

O que dizer desse livro incrível que teve uma adaptação que não decepcionou?
Bem, na verdade, fico dividida sobre essa história, pois, assim como tantos filmes, existem diferenças mas que não chegam a desfocar, totalmente, da história do livro. São coisas que, se eu pudesse, mudaria, mas não muda o fato de que gostei bastante de ambos.
Aprendi, depois de um tempo, que o filme não tem a obrigação de descrever cada pequeno detalhe do livro, e que comparações, em alguns casos, são desnecessárias. Então sigam meus motivos para amar, e não amar, tanto a adaptação como o livro.
O filme tem um final diferente do livro, e vocês não têm a noção de como fiquei feliz por isso, pois o final do livro não foi algo que eu queria, não existiu o final feliz que eu queria. Já basta a vida com finais tristes, né gente?
Para quem assistiu o filme, o Tim, melhor amigo e marido de Savannah, acaba morrendo, e no final ela e John se encontram, o que dá a entender que eles podem ficar juntos no final das contas. Nunca uma morte foi tão bem vinda, haha.
Ao contrário do livro, a Savannah é loira, interpretada pela atriz Amanda Seyfried (chorem morenas), e o Alan é filho do Tim, não irmão.
O livro me fez chorar desde o momento daquela carta, que partiu não só o coração do John, mas o meu, até o momento onde a Savannah ergue o rosto para a lua.
Digam-me uma razão para terminar daquela forma? Eu sofro mais com os personagens do que com minhas decepções amorosas. Triste realidade.
Eu não tenho do que reclamar da adaptação, pois tanto ela como o livro me ensinaram algo para se levar até o fim da vida: o amor significa pensar mais na felicidade de uma outra pessoa do que na própria, não importando quão dolorosa sua escolha pode ser. Pois se você ama alguém, você a deixa ir.
E depois disso, as diferenças entre o livro e o filme não são tão importantes, se tornam pequenas, pois ambos nos trazem a mesma mensagem. E é isso que amo quando leio ou assisto algo: aprender, conseguir captar o que o autor e diretor querem dizer, querem mostrar através de 200 páginas ou duas horas.

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Espero que tenham gostado deste post, eu amei fazer, obrigada pela visita e venha conhecer os blogs participantes: 
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Hey pessoas, tudo bom? 
Hoje o post é a segunda atividade da semana, do projeto literário, que eu deveria ter postado semana passada, eu sei, mil desculpas.
O tema escolhido foi 5 cores, 5 livros.
Escrever sobre cinco livros de cinco cores diferentes e o que eles passam para ti através da cor e/ou história, então bora lá?

Vermelho: O cavaleiro preso na armadura - Robert Fisher.
A cor vermelha é uma cor quente, que está associada ao poder, guerra e violência. 
Coisas que são encontras nesta pequena fábula, que conta a história de um homem que, após muito tempo, fica preso em sua armadura, vendo sua família se distanciar ele vai atrás do seu verdadeiro eu, que se perdeu há tempos.

Azul: O assassinato de RogerAckroyd - Agatha Christie .
A cor azul significa tranquilidade, harmonia e serenidade, mas também está associada a frieza, monotonia e depressão. Posso dizer que nada de tranquilo é encontrado neste livro, sendo um romance policial, que gira em torno de três mortes estranhas, tendo a narração em primeira pessoa. 

Branco: Para que estou na terra? - Rick Warren.
Essa cor significa paz, pureza, também simboliza a virtude e o amor a Deus. 
Ao contrário da maioria de livros sobre autoajuda, que sugere descobrir o significado da vida procurando dentro de nós, este nos mostra que o jeito certo para iniciarmos essa busca. Devemos começar a partir de Deus pois você foi criado por e para Ele e até que compreenda essa verdade a vida jamais fará sentido. O livro, assim como a cor, traz sentimento de paz.

Verde - No coração do mar - Charlotte Rogan.
Verde é a cor da esperança, liberdade, saúde e vitalidade. Bem, talvez o livro discorde desses significados. Traz a história de Grace Winter, mulher que viaja com o marido para fugir da guerra que acontece na Europa com o navio rumando para Nova York. Ele acaba afundando e Grace se encontra sem o marido em um barco salva-vidas e com pessoas que não conhece. O livro é descrito em forma de um diário, para ler a resenha, clique aqui.

Preto: Sereia - Tricia Rayburn.
É a cor mais escura e simboliza respeito, morte, medo, isolamento, tristeza e solidão.
Uma cor não poderia definir melhor um livro, pois isso tudo é encontrado nesta incrível história. 
Tem resenha dele no blog, clique aqui para ler.

Espero que tenham gostado da segunda semana (que deveria ter saído há uma semana), obrigada pela visita e venha conhecer os outros blogs participantes:  

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 Hey pessoas!
Estou participando do projeto literário do blog My Litle Garden Of Ideas e para dar início, os blogs participantes devem postar seus livros de infância, aquele que te arrastou para esse mundo maravilhoso da literatura, então vamos lá: 
 Um dos meus livros preferidos é do autor Walter Moreira Santos: ❝Para que serve um amigo?❞. O ganhei na escola, na quarta série, quando tinha uns 10 anos. (Nota-se o nome da escola na capa haha)
O livro tem 35 páginas é conta a história de Ivanio, que teve uma decepção com seu amigo e conversa com seu tio sobre. 

O livro é cheio de ilustrações sobre o que amigos fazem por nós, o que não fazem, o que gostam, o que não gostam, sabe, coisas simples que temos que valorizar em uma amizade. 
Porque amigo bom é amigo para toda vida.


Esse foi o livro que me lembro mais de ter lido, sem contar os contos de fadas e princesas, a qual não sou muito fã.
O livro tem um final feliz, êêê, como a maioria dos livros infantis devem ser: Ivanio decide fazer as pazes com seu amigo.

❝Ele nem precisa dizer que é nosso amigo, a gente sente isso dentro de nós.❞

Qual foi seu livro de infância favorito? Comente ai e não deixe de visitar os blogs participantes:

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